Era costume do povo judeu, na Páscoa, libertar um criminoso perdoando completamente seus atos. Tão logo, o indivíduo podia retomar sua vida ao que era antes, sem julgamentos – desde que não cometesse novos crimes. E naquela ocasião do século I, um assassino confesso foi levado a público para uma decisão (como tentativa de acalmar uma turba enfurecida): crucificar Jesus de Nazaré, ou conceder a liberdade novamente a Barrabás, o assassino em questão. Você já conhece a história, já sabe o que sucedeu. Barrabás foi solto enquanto Jesus foi crucificado. O que você provavelmente não sabe é o que ocorreu com Barrabás após aquele dia. Não sabe o quanto sua mente tentou buscar respostas por ter sido solto mesmo sendo culpado, enquanto um homem inocente morria em seu lugar.