Há diversas ironias e desconstrução de clichês em relação aos vampiros: o vampiro Herbert von Krolock (Iain Quarrier), filho do conde, é um vampiro homossexual, que se apaixona por Alfred e o aldeão Shagal (Alfie Bass) é transformado em vampiro pelo conde, mas como ele é judeu, mostrar a cruz a ele não tem efeito nenhum.
Também como ponto alto do filme estão a bela fotografia de Douglas Slocombe, os cenários e a bela música de Krzysztof Komeda, que trabalhava com Polanski desde “A Faca na Água” (1962). Há até uma bela cena de baile coreografado no final do filme (por isso o título em português).